14 de junho de 2012

Medicamentos ou alimentos?


Você já se deu ao trabalho de ler as bulas dos remédios? 

Elas nos deixam na dúvida sobre o que é pior: a doença ou os possíveis efeitos colaterais da ingestão da “cura”. Toda droga produz efeitos fisiológicos. Existem leis biológicas inevitáveis de causa e efeito. As faculdade de medicina e farmácia ensinam desde cedo aos alunos que, independentemente de os efeitos colaterais aparecerem ou não, todos os medicamentos são tóxicos para o organismo em vários graus, e, muitas vezes provocam resultados não intencionais. 

As drogas desempenham seu papel na medicina, mas deveriam ser o último recurso no tratamento de uma doença, e não o primeiro. Elas bloqueiam processos biológicos ou os afetam de alguma maneira. Estes são os antimedicamentos, os inibidores e os bloqueadores que muitas pessoas costumam ter no armário do banheiro: antiinflamatórios, antidepressivos, antibióticos, betabloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, inibidores da ECA, etc. Foram desenvolvidos para atuar não a favor do organismo, e sim contra ele. Portanto, apresentam efeitos colaterais e riscos significativos. 

A primeira pergunta não deveria ser “Qual é o melhor remédio para este problema?”, e sim “De que modo o corpo foi projetado pra funcionar e como posso trabalhar com ele para ajuda-lo a retomar o estado de equilibrio ideal?”. O organismo foi brilhantemente criado para operar bem quando é abastecido com todos os ingredientes certos. Os genes recebem mensagens do meio ambiente a todo momento. Os alimentos e sua moléculas contêm as informações para ativar os genes que restauram o funcionamento normal do sistema – sem causar nenhum efeito colateral. As mensagens especiais dos alimentos atuam nos mesmos pontos das células em que as drogas agem. Porém, em vez de bloquearem alguma coisa, elas facilitam a fisiologia normal e ativam os dados que restabelecem o equilíbrio, a saúde e o metabolismo ideal.

Escrito por: Dr. Mark Hyman

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